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Além do Sol
Trinity é a única que viu o sol, ela não pode morrer. Ela não morre, eu não permito.
Minha alma se chama Trinity. Minha essência se chama Romily.
E meu nome, estranho, é Vida.
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domingo, mayo 27, 2007 :::
Hoje vim até a lan house, tentei limpar minha caixa de e-mail, me comuniquei com pessoas há muito não vistas e limpei meus scraps.
Sabe como é apagar três anos de mensagens das mais diferentes pessoas da sua vida? Três anos dos melhores anos consecutivos da minha vida (como são e tem sido todos desde 2003)?
É estranho. É maravilhoso. É melancólico. É encorajador. É revelador.
O último foi um dos poucos que eu guardava daquele personagem que eu considerava meu. Mais uma vez: foi estranho.
No quesito ele, foi só isso. No quesito tudo o mais, uma sensação: tenho que viver mais.
Apagando escritos assim, que não voltaram e não serão reescritos, percebe-se que o passado é algo que passa.
Fazendo tudo isso ao som de Lobão, redescoberto por mim, eu vejo que quero seguir. Quero ir mais longe. Quero fazer melhor. Quero mudar o mundo, o meu também, mas não só. Quero viver mais.
Avante!!!
::: posted by
Trinity at 22:56
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jueves, mayo 10, 2007 :::
E por falar em coisas pesadas hoje eu li "Carta ao Pai", do Kafka.
Por que ninguém nunca me disse que a literatura tcheca era tão absolutamente fascinante?
Então eu ando com idéia de fazer um trabalho sobre literatura tcheca, Kiekegaard, Schopenhauer, de como a infância é carregada da mais profunda tristeza e do mais genuíno sofrimento e de como o kitsch é a tentativa do adulto de negar isso por toda uma vida, ou pelo menos, como ideal.
::: posted by
Trinity at 01:05
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