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Além do Sol
Trinity é a única que viu o sol, ela não pode morrer. Ela não morre, eu não permito.
Minha alma se chama Trinity. Minha essência se chama Romily.
E meu nome, estranho, é Vida.
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viernes, agosto 26, 2005 :::
EM POUCAS, REPETIDAS, SEMPRE USADAS MAS ABSOLUTAMENTE SINCERAS, PALAVRAS:
Minhas: Meu ser prescinde de algumas certas palavras tuas, mas ontem a lua me falou das coisas que eu amo no mundo e eu cheguei a conclusão que do que eu preciso mesmo, com urgência desesperadora e insaciada até então, é te dizer apenas "Olha, eu gosto muito de você. Só te avisando, não é pedido nem ameaça, só fato." Dizer e seguir em frente - duas coisas que ainda não sei como fazer mas que deve ser feito, nem que seja sem saber mesmo. Antes dizer sem saber que terminar sem tentar
Na voz do Frejat: Embriague-se
Tudo acaba nisso é a única questão
Embriagar-se é preciso
Não importa que horas são
Não ser escravo do tempo,
Nas escadarias de um palácio,
Na beira de um barranco ou na solidão do quarto
Embriague-se, embriague-se
De noite ou ao meio dia
Embriague-se, embriague-se numa boa
De vinho,virtude ou poesia
Tudo acaba nisso, é a única questão
Embriagar-se é preciso
não importa que horas são
Pra quem foge, pra quem geme,
Pra quem fala, pra quem canta,
pra não ter medo da maldade, pra acordar toda a cidade
Embriague-se, embriague-se
De noite ou ao meio dia
Embriague-se, embriague-se numa boa
De vinho,virtude ou poesia
Embriague-se...Embriague-se!
Pra quem foge, pra quem geme,
Pra quem fala, pra quem canta,
pra não ter medo da maldade, pra acordar toda a cidade
Não ser escravo do tempo,
Nas escadarias de um palácio,
Na beira de um barranco ou na solidão do quarto
Embriague-se, embriague-se
De noite ou ao meio dia
Embriague-se, embriague-se numa boa
De vinho,virtude ou poesia
(Embriague-se, Barão Vermelho - Composição: Frejat e Rodrigo Santos)
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Romy Trinity at 03:38
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domingo, agosto 21, 2005 :::
TORNADOS E RELÂMPAGOS
Então hoje é domingo e eu estou sentanda aqui na frente do computador com a cabeça cheia de pensamentos que parecem relâmpagos ou aqueles tornados que ficam pulando de um lugar para o outro, que nem naquele filme, Twister, nunca se sabe onde ele vai cair. Um pouco triste, mas não melacólica. Nem depressiva. Só quieta. Ora eu penso uma coisa, ora eu penso outra e acabo não fazendo nada mesmo. Aí penso que eu não sei o que fazer, e no instante seguinte penso que estou mudando e não sei se estou gostando no resultado. Não sei mais se eu sou eu mesma porque consigo me ver de um ângulo diferente e isso é estranho demais. Penso então que eu deveria, por exemplo, parar com essa mania de começar as frase com "então" e com explicações que a liguem à frase anterior ou ao assunto discutido, mas quando eu faço isso - paro de explicar tudo - eu me sinto mal, como se algo precisasse ser feito para que algo de péssimo não acontecesse, como aquela doença psicológica/ psquiátrica que a pessoa tem de apagar a luz três vezes ou a casa dela vai explodir.
Não posso fazer terapia, deveria até me esconder sempre que cruzasse com um psicólogo ou psquiátrica, bastaria o cara por os olhos em mim e me internaria, com certeza. Não que isso fosse um problema. O problema é que as instituições no Brasil não são como nos filmes. Aqui, se eu for pra um hospício ou algo assim não será como em 28 dias ou como em Garota Interrompida. Aqui o lance é Bicho de Sete Cabeças mesmo. Depois, eu quase sempre gosto da minha maluquice, dos meus traumas e neuras. Só que as vezes, como agora, queria saber como as pessoas "normais" se sentem, enxergam o mundo, veêm o fantástico e vão dormir. Principalmente as mulheres. Não que eu seja um homem, nem quero, mas tem umas coisas que todas, absolutamente todas as mulhers que eu conheço fazem ou dizem que fazem, e eu sequer entendo como isso é possível. Elas sabem diferenciar cores como areia e bege, branco e gelo, roxo, lilás e magenta,por exemplo. Sabem combinar cores. Eu uso preto e vermelho não só porque são minhas cores favoritas. Passam batom, arrumar o cabelo, fazer maquiagem. E, o mais incrível pra mim, sabem se aninhar, fazer cara de me proteja, aproveitar o clima quando ele surge, criar situações em que controlam dando a certeza de que são controladas. Isso sem falar no poder de por alguns instantes, ficarem realmente muito bonitas e fazer com que uma máquina fotográfica se torne um objeto absolutamente necessário para se viver. Não tenho idéia como que elas fazem isso (vai ver eu até faço e não sei como). Se eu soubesse eu poderia até escolher ser uma delas ou não, porque não tenho a menor vocação para o lesbianismo. Pelo menos tem uma coisa em que eu sou como a maioria: eu não sei qual é a direita e qual é a esquerda e eu gosto da sensação de não ser como todo mundo. É o lance de Hobbes, o que torna os homens iguais é que todos acreditam que são diferentes.
Palavras e teleologia, é praticamente disso que eu sou feita. Disso devém minha necessidade física de escrever e de explicar/ explicação. Por isso também, talvez, certas coisas não são encaixam em mim. Como a sociedade. Como amor. Como tempo e dinheiro. Apesar de também haver em mim uma busca pelo prazer, ou até por isso mesmo, esses dois conceitos, quando em aplicação, me desnorteiam, embananam, confundem e acabo sempre numa espetacular patuscada. Mas preciso dos dois, tempo e dinheiro, é a forma como vivem aqui nesse planeta estranho.
Tanta coisa eu tenho pra fazer e vontade pra nenhuma. Tudo suspenso numa situação que não se define. Textos perdidos num dicionário que se apaga. Alguém me falou de um filme que acontecia algo assim e agora não lembro o nome pra assistir. Também se eu soubesse de nada adiantaria porque aqui no fim do mundo não tem locadora aberta até meia noite. Nem bar. Nem as ruas por onde eu gosto tanto de andar. Aqui não tem nada, nem a minha casa e ando com muita saudade dela, do cheiro de limpador de chão misturado com o de incenso e de comida no fogo, do som das sirenes, dos carros e das ambulâncias, da pizza de madrugada. Saudades até da televisão com defeito e sem antena onde eu vislumbrava a imagem e ouvia Antonio Abujamra. De repente eu sei que o que deveria fazer para roubar minha vida de volta pra mim, mas não sei se devo, se posso, se há como. Não saber, o único prazer que se transforma em dor quando se toma consciência dele.
Há três horas e meia estou em frente ao micro, mentindo pra mim. Não fiz nada de útil e poderia ter feito. Poderia ter respondido os e-mails, lido, visto agendas, procurado livros e cds. Mas não. Não foi sequer um não fazer nada daqueles que a gente só percebe depois porque passou muito tempo zapeando pela rede. Não. Foi um nada consciente a cada minuto, vendo o minuto passar. E eu sem vontade, prometendo em sussurros pra mim, só mais quinze minutos e ou vou dormir ou vou escrever pros amigos ou vou estudar. Prometia em sussurros porque é a voz mais baixa que eu sei fazer e não haveria como outra se infiltrar e dizer que eu esperava mesmo é uma certa janelinha piscar. Não adiantou calar a segunda voz, porque o fato aconteceu assim mesmo.
Então hoje já não é mais domingo. Já começa a segunda e eu estou em frente ao micro tomando coragem para um novo dia. Até há pouco estava meio triste sem melancolia, mas um amigo, sempre tão palhaço, mas nem por isso menos amigo ou menos sério, me animou. Acho que é por isso que temos amigos. E meus pensamentos começam a se ordenar, como se respirassem. Lembrei o que foi o que vim escrever. Vim escrever que prefiro escrever aqui e, mesmo que por três vezes por três pessoas diferentes, tenha sio alertada por ser muito pessoal, eu não me importo, mas não publico no Multiply porque ali sim, esse texto do lado da minha foto, seria quase uma invasão de mim por mim mesma. Escrito isso, ouvido Los Hermanos, agora a tal melancolia se estabelece mas com um sorriso no fundo que a descaracteriza, eu vou, rumo aos últimos vinte minutos da noite.
"É de tempestade o clima em que se encontra meu coração. Mas não chove, ainda que o céu se cubra de cinza e minha mente não se livre de relâmpagos e tornados saltitantes." (Trinity Ohara, Agosto de 2005)
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Romy Trinity at 23:40
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viernes, agosto 19, 2005 :::
OS CAVALHEIROS TAMBÉM SE ESCREVEM...
(e-mail enviado ao meu fiel companheiro de cavaleria andante, poética, filosófica e embebedante)
"Não vou falar das coisas que tenho pra fazer e de como esse e-mail deve ou deveria ser rápido, correndo, corredio, como tantas outras vezes prometi. Dizer isso, além de clichê, seria absolutamente falso, porque ainda que tudo fosse verdadeiro, eu sou incapaz de escrever correndo pra vc. De alguma forma, essa sua tranquilidade, que vc apregoa como um tão grande bem, também me contamina as vezes. Mas não agora, porque agora eu não estou tranquila.
Agora estou ouvindo um cd chamado "O som dos grandes amores dos anos 70", tem um bocado de músicas em francês que me lembra um personagem favorito que ora e meia volta a ser o principal contra a minha vontade. Agora também já ingeri meio copo de contini, e ainda que há pouco tenhamos comido em companhia, uma leve embriaguês me domina e meus olhos se umedecem ao ler seu e-mail. Não o lerei outra vez hoje, o que te escrevo agora é escrito num só sopetão, no ritmo frenético do teclado e das idéias. Não posso lê-lo novamente: nem o que vc escreve, por não suportar, nem o que eu por hora escrevo, por jamais admitir. E não ouse copiar uma frase, que vc em breve saberá qual, em uma possível resposta. Meu sub-inconsciente sentir-se-ia deveras traído pelo álcool e talvez quisesse me afastar dele.
Ah, meu caro, eu não criei nem quero nem criaria barreiras, muros, grades ou linhas entre nós. Se por acaso pedi desculpas ou algo assim, vc deve ter percebido, eu sou assim. Te todas as sensações do mundo, a que eu mais odeio é a de incomodar pessoas, e mesmo sabendo que não seria incômodo nenhum pra vc te contar o que sinto, já o é imenso para mim sentir. Vc entende né? E sobre um tempo só nosso: sim, precisamos, mas quando? Não sei, não sei. A cada dia mais e mais coisas tumultuam meu sempre tão calmo mês de agosto, e a cada dia eu tenho a impressão que me furtam palavras. Há semanas que não faço um comentário pertinente sobre coisa alguma, só digo, é lindo, é fofo, absurdo. Será, que só pra variar, mais uma vez eu tô completamente perdida nesse planeta esquisito?
Acho que sim. Talvez não seja no planeta, talvez seja entre ações e sentimentos. Meu caro, estou apavorada, "scare" seria o termo, porque eu gosto muito, mas muito, quase demais. Tenho medo que seja aquela palavra, sabe, aquele sentimento, aquele estado em que nunca me declaro. Parece que estou há um passo de dizer o que vc escreveu: eu *** tanto que alguém vai ter de saber. Não pode ser verdade, porque eu não quero que seja assim. Foda-se tudo que diz o contrário, eu quero um pouco de controle sobre isso! Não me basta que eu sinta sem dor, sem pressa, que não me importa tanta coisa, não me importa sequer a incerteza de uma próxima noite. Não me importa a impossibilidade, não mesmo. Mas me estarrece pensar que, sabe-se lá por que ou por motivo nenhum, ele se afaste de mim, ele não esteja ao meu lado, não me trate com a mesma deferência. Tenho medo que ele se afaste de mim para me proteger dele. Eu já ouvi isso, sei como é, já vi acontecer. Eu não suportaria. Não preciso alardear fortalezas para perceber que não sou uma, tenho meus pontos fracos, alguns ainda ocultos, mas esse, esse é muito, deveras, exposto. Maior que o de Aquiles
Eu sou romântica contra a minha vontade. E egocêntrica quase nos mesmo termos. Mas me recuso a ser hipócrita. Se eu me engano é de verdade, e como eu queria estar errada sobre tudo isso. Só digo uma coisa: a parte boa é que ainda não doi. Algumas lágrimas caem dependendo da noite ou do teor alcóolico. Mas dor, melancolia, dor de cotovelo, hoje, agora, nada disso é real pra mim. Mas eu sei que minha esperança tem seu limite, e eu não quero chegar nele outra vez.
Estarei lá, no dia marcado. E se quiser, vou de espada, caso precise de companheiro de batalha, para qualquer batalha. Nos já sabemos como funciona: cada qual luta sua própria batalha, mas nada impede que o outro acompanhe.
E antes de terminar essas linhas escritas e não relidas, digo apenas, que meus olhos se umedecem pelo álcool, pela música e por um certo personagem, mas é pela imagem dos primeiros passos em frente ao mar que as lágrimas caem. Só pela imagem, e pelo que eu imagino que significa, que significou, que significará sempre para toda a humanidade. Porque eu vendo os passos dela imagino os meus, me sinto mais velha com um orgulho infantil, e me pergunto porque me recuso a dar os meus primeiros em outro solo, tão mais árduo, mas não menos belo.
E publico este e-mail, com alguns cortes, porque foi a coisa mais sincera e mais bonita que escrevi na última semana."
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Romy Trinity at 04:35
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miércoles, agosto 10, 2005 :::
MÁS ALLÁ DE TODA PALABRA
(publicado no meu Multiply)
Filosofia da Linguagem: não é isso em absoluto o que pretendo fazer agora. A intenção é apenas a de deixar as palavras cumprirem seu papel de comunicar. Só isso. Mas, na frente de cada palavra, de toda frase há o leitor e, atrás, o autor. Basta esse triângulo amoroso para que tudo troque de figura e até mesmo com figuras nada se comunique.
Agora, sou autor. Como autor ouso viajar, afirmar desvarios independentes de qualquer verdade, sempre tão requisitada, quase nunca necessária. Afirmo por exemplo que escrever é como fumar, beber, comer, transar. Uma necessidade passível de sublimação mas urgente para aqueles que já descobriram o absoluto e insano prazer através dos dedos, canetas, teclados, textos. Tal qual os vícios citados, há uma fase em que a escrita também se faz secreta, escondida, quase vergonhosa, onde as palavras são trocadas por eufemismos, os nomes por apelidos, as mensagens por metáforas, os autores por pseudônimos. Essa é a fase que transcendo agora.
Depois de dois anos de Tradução e alguns meses de Além do Sol algo, além do endereço, se configurava como novo e só esta noite me dou conta disso. Não é preciso mais o anonimato para segurança. "Só é segredo aquilo que nós sabemos", já dizia os Engenheiros. A aprovação do grande público não faz um escritor, apenas seu próprio texto o consagra. Nada mais.
Então é assim. Não tenho pretensão alguma, tudo aqui é só desabafo - necessidade muda e calada gritando através do teclado a própria satisfação, seu próprio alivio. O que se lê no Além do Sol, se lê aqui, com no máximo algumas diferenças de estilo e formatação. Só. Egocentrismo puro (puto?), eu mesma assim como sou. O leitor é apenas um detalhe, tal qual minha foto estampada ao lado. Detalhes de importância precisa, as vezes questionável, as vezes fundamental, nem sempre distinguível. Exatamente como toda essa retórica de auto explicação vomitada agora que tem como função única acalmar meu ser, cansado depois de um dia de trabalho, exausto depois de mais um dia de ilusão.
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Romy Trinity at 02:39
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lunes, agosto 08, 2005 :::
POST ANTIGO E INACABADO CUJO NOME SERIA:
GUARDANDO NO PEITO UM AMOR PLATÔNICO E INÚTIL
"Sua voz ecoa na minha mente no momento exato em que escrevo essas palavras. Seu timbre retumba no meio-ambiente dos meus pensamentos. sua presença não me deixa e não posso mais ficar sozinha. O que é? Não sei. É um sentimento estranho, plácido, benevolente, violento, tranquilo, doce e surreal ao mesmo tempo. É um sentimento que não é, impensável, impossível, e ainda assim existente. Não dá pra descrever. Sentimento nenhum dá pra descrever, apenas nomear, e esse em especial, serve de base para uma idéia nada simples, indescritível e ainda sem nome.
Há sete meses, este incógnito sentir está presente em mim. Literalmente me tem. Tomou meus pensamentos, conversas, amigos, estudos, prioridades, noites de sono, textos, músicas, filmes e batimentos cardíacos. Tudo está nele e ele está em mim. Se algo sobra, ou falta, não sei bem qual o termo, é o que me puxa ao mundo exterior: bombas, escândalos, ataques terroristas e o extrato bancário. No mais, todo o ar tem o mesmo cheiro, o mesmo pulso, o mesmo plano de fundo. Inconstante e invariável sempre. Um invasor tacitamemente convidado a entrar que não sabe onde é a saída. Nem quer saber.
Vejamos se eu consigo ser clara, prosaica, simples, quase desnuda. Deixo por um minuto o ritmo abstrato, intruncado e recheado de máximas das manhãs e tardes subsequentes às madrugadas viradas em companhia. Suspendo por enquanto o meu falar poético em constante processo de dizer o não dito sem dizer coisa alguma quando tudo se fala em palavras bonitas. Claro que o que acontece agora comigo não é simples ou prosaico, mas já dizia Hobbes, a linguagem também é uma forma de cálculo, vejamos se consigo reduzir para resolver essa equação.
Primeiro, óbvio, não vou entregar esta carta. Nem a ti, nem a ninguém. Será publicada e é só. E não vou porque falta, além de necessidade e coragem, certeza. Segundo, não é uma questão de sexo, mas passa por aí, inevitável. Terceiro, não se trata de um pedido nem declaração de amor ..."
::: posted by
Romy Trinity at 02:28
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